SETEMBRO 2024
DPOT APRESENTA A POLTRONA SOBREIRO, POR ESTÚDIO CAMPANA
Agradável ao toque, visualmente interessante e sustentável, a cortiça é a premissa da poltrona Sobreiro, criação do Estúdio Campana que passa a fazer parte de nossa coleção.
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Agradável ao toque, visualmente interessante e sustentável, a cortiça é a premissa da poltrona Sobreiro, criação do Estúdio Campana que passa a fazer parte de nossa coleção.
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Urupê, popularmente conhecido como orelha-de-pau, é um fungo que costuma crescer sobre troncos de árvores. A anatomia da espécie – cujo nome popular remete às suas formas, que lembram, ao mesmo tempo, uma orelha e um pedaço de madeira – inspirou Guilherme Sass a criar esta mesa auxiliar, que faz parte da série Xilofungus.
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Primeira colaboração de André Vainer para a coleção dpot, a poltrona Spot foi desenhada há quase 20 anos, para o restaurante Spot, em São Paulo. Fundado em 1994, em um pavilhão envidraçado na região da Av. Paulista, o restaurante tem mobiliário e projeto de interiores assinados por ele e Guilherme Paoliello. O móvel foi pensado para oferecer um ambiente de espera confortável e descontraído aos frequentadores. Mais recentemente, em 2012, o arquiteto foi responsável pelo projeto do Spot JK, no Shopping JK Iguatemi, e incluiu sua simpática criação na ambientação do novo endereço.
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Um homem entre dois mundos. É assim que podemos definir Giancarlo Palanti, arquiteto cuja trajetória se dividiu entre a Itália e o Brasil. Fruto de uma família de artistas, ele nasceu em Milão no início do século 20. Recém-formado, ingressou nas trincheiras modernas na briga com acadêmicos. A batalha coletiva o habituou a produzir em grupo, característica mantida por toda a vida. Assim, alistou-se no primeiro destacamento de vanguardistas italianos, tendo colegas de farda como Franco Albini e Ignazio Gardella.
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Editor de uma compilação europeia sobre o móvel moderno (“Mobili Tipici Moderni”, Domus, 1933), Giancarlo Palanti prevê, no texto de abertura do livro, que a casa ideal – o tipo de moradia para a qual se inclinariam os melhores criadores modernos – aboliria os grandes móveis tradicionais, priorizando o uso de móveis leves e soltos (mesas, cadeiras, poltronas e camas). Enfatiza que o movimento pelo móvel moderno estaria enquadrado em uma grande batalha pela renovação da arquitetura, bem como de todas as manifestações da vida social, em adequação às novas exigências materiais e espirituais do homem daquele tempo.
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